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Gestão
"Unificação" - julho de 2003 / junho de 2005
Em agosto
de 2003, no começo da gestão, o número de associados
era de 239 funcionários. Crescemos em 125 associados, número
que só não foi bem maior porque um grande número
de associados se desligaram da Fundação Itesp. No final
da gestão, o número de filiados era de 364 associados para
um universo de 693 funcionários. Considerando que aproximadamente
20 funcionários estavam afastados, a Fundação Itesp
contava com 673 funcionários, entre os quais 54% estavam filiados
à Afitesp.
No trabalho político, a gestão 2003/2005 da Afitesp foi
eleita para apoiar o Sintragraria, sindicato que a categoria tentou criar
e que acabou tendo seu pedido negado junto ao Ministério do Trabalho.
Imaginávamos que, após a formalização legal
do sindicato, a Afitesp seria incorporada pelo Sintragraria, por isso
defendíamos a Unificação. Entretanto, aconteceu o
contrário e o Sintragraria acabou sendo incorporado pela Afitesp.
Aos poucos, a Afitesp assumiu integralmente a representação
política da categoria. A unificação ocorreu, só
que no sentido oposto.
Entretanto, a unificação principal não foi entre
as duas instituições que representavam os funcionários
(Afitesp e Sintragraria). Foi no interior da categoria. Ao longo do ano
de 2004, conseguimos unir novamente os funcionários. As inúmeras
brigas que marcaram nossa história recente foram aos poucos sendo
superadas. As assembléias voltaram a ser um espaço rico
de debates, sem brigas e ofensas, local de encontro, quando também
criamos a Assembléia on line. Nossa mobilização da
campanha salarial de 2004 conseguiu vitórias importantíssimas:
os tão esperados Tíquetes, elevação do piso
salarial para R$470,00, cesta básica para os funcionários
que recebem menos de R$1.000,00 , reposição salarial de
7,1% , e até o discutível direito de usar o IAMSPE.
Mesmo priorizando a atuação política, a Afitesp trabalhou
muito na questão dos convênios. Foram inúmeras negociações
com a falida Unimed-Intrafederativa, cujo contrato herdamos da gestão
anterior. Para substituí-la, elaboramos dois contratos com Unimed-regionais
(Prudente e Lins), além de criar dois convênios Odontológicos
(Coifeodonto e Uniodonto).
A gestão "Unificação" encerrou seu mandato
às vésperas da Campanha Salarial de 2005, com um bom clima
de entendimento entre os sócios da importância do fortalecimento
da categoria para enfrentar as reivindicações salariais
e de benefícios.
Gestão
"União e Luta" - julho de 2005 - junho de 2007
Na eleição
da atual Diretoria e Conselho Fiscal, concorreu uma única chapa.
Na montagem da equipe de candidatos, uma preocupação foi
a de recomposição e fortalecimento da representatividade,
concentrando na sede os cargos de execução mais direta dos
trabalhos administrativos, e procurando compor a equipe com os grupos
que mais atuação têm demonstrado na mobilização
da categoria.
A eleição se deu às vésperas da deflagração
da campanha salarial 2005, mas com entendimentos que já vinham
sendo feitos desde 2004, e principalmente desde o início de 2005.
Com a mudança de cargos da Secretaria da Justiça e da Defesa
da Cidadania, foi solicitada audiência com o novo Secretário,
para a apresentação da pauta de reivindicações
da categoria. Houve demora de resposta da Secretaria, com seguidos adiamentos
de data, e pedidos de novos prazos.
A categoria se mobilizou, em diversas assembléias on line, com
café-da-manhã de mobilização, passeata, e
manifestações no Páteo do Colégio e em diversos
escritórios. Um elemento de mobilização foi também
a encomenda de coletes com o nome da Afitesp e com o anúncio de
que a categoria está em campanha salarial. Estes coletes foram
confeccionados para todos os funcionários, com o custo bancado
pela Afitesp.
A mobilização e o sentimento por parte da categoria a respeito
da necessidade de reforçar a luta através da Afitesp, principalmente
em razão da perda acumulada de quase metade do salário desde
2001, agravada pela ameaça de perda do benefício das cestas
básicas, tem feito crescer significativamente o número de
associados.
Tem sido feito um trabalho de contato com outras representações
de servidores públicos, principalmente com o Associação
dos Funcionários do Procon, e articulação com deputados,
prefeitos, movimentos sociais, para dar maior peso político às
nossas reivindicações.
Agora é a hora de apresentar novas propostas para retomar uma velha
luta: condições dignas de trabalho para que possamos realizar
com destreza a política agrária e fundiária do Governo
do Estado de São Paulo.
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